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30 de setembro de 2011

Rio de Janeiro, maior destino turístico do Hemisfério Sul.

Enviado por Breno Pessoa - UCSal - BA

Suponha que você está de frente para o mapa do mundo, pendurado numa parede enorme, onde é possível ler o nome de cada cidade no planeta. Qual você escolheria para visitar? Agora suponha que cobrimos a metade de cima com um manto negro. Você pode até pensar em outros nomes, mas da metade da Linha do Equador para baixo, a cidade que mais se destaca em termos turísticos é o Rio de Janeiro, sabia?

Esqueça Sidney, Cidade do Cabo, Buenos Aires. Nos últimos 5 anos, o número de visitantes à cidade que inventou o Frescobol e o Futevôlei vem crescendo e a RioTur divulgou recentemente que em 2010 a cidade obteve o maior fluxo de turistas internacionais desde 2006. A proximidade dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, as operações de paz nos morros e a imagem positiva do Brasil no exterior são fatores que colaboram para o turismo de lazer na capital fluminense e a cidade já não possui mais baixa temporada durante todo o ano. Neste panorama, reservar um hotel no Rio de Janeiro com antecedência é cada vez mais importante.

São muitas as atividades e festejos que colorem os dias da cidade maravilhosa. Rock In Rio, Reveillon, Carnaval e diversos outros eventos brotam ao decorrer do calendário anual e contribuem com a atmosfera mágica carioca. Voar de asa delta, curtir uma praia em Copacabana, subir ao Cristo Redentor ou visitar o Pão de Açúcar, tudo pode parecer cliché se você é morador do Rio, mas a importância da indústria do turismo para esta cidade é incontestável e pode ser comprovada na taxa de ocupação hoteleira, em média superior a 90%.

O Rio de Janeiro está recebendo diversos investimentos públicos e privados, a exemplo do lançamento de novos vôos diretos das companhias aéreas Lufhtansa e Alitalia, partindo respectivamente de Frankfurt e de Roma; dos novos pontos de atenção ao turista, como o recém-inaugurado na Praia de Copacabana, e da capacitação dos profissioanis da área, tanto no aprendizado de línguas como em aspectos culturais.

O Rio de Janeiro está em alta, e as previsões de receita e fluxo de turistas são extremamente otimistas. O momento é oportuno para todos os negócios diretamente ou indiretamente relacionados com a área. E excelente para os turistas, que contam com ainda outras opções de diversão e lazer.   

17 de agosto de 2011

Turismo Brasileiro, seu nascimento compromete sua existência

Enviado por João dos Santos Fillho - PUC/SP *


O processo de existência da humanidade é resultado do movimento histórico, iniciado nas relações sociais, alimentadas pelos interesses de poder político, econômico e cultural. Com isso, entendemos que o processo histórico é constituído de “[...] formas moventes e movidas da própria matéria: formas de existir, determinações da existência” (LUKÁCS, 1978, p. 3). Assim, alertamos que nada ocorre ao acaso, como se fosse, obra do destino, mas sim, é produto de uma trajetória histórica dialética determinada pelas relações de produção e forças produtivas.

ARTIGO COMPLETO AQUI

10 de março de 2011

Feira especial da Páscoa em Curitiba

Enviado por Mariana Hillbrecht - Blog Fala Turista


O Paraná possui uma das cidades mais encantadoras do Brasil como sua capital. Vista com bons olhos por muitos brasileiros e até mesmo estrangeiros a “cidade modelo” surpreende seus visitantes que encontram diversos programas voltados para o lazer e cultura, excelentes opções gastronômicas e bons hotéis em Curitiba.
Curitiba é uma junção de tradições e modernidades, pois une elementos encontrados em uma cidade grande, como bons cinemas e teatros, mas também possui aquelas tradicionais e adoráveis feirinhas, onde a gente encontra desde belos artesanatos até deliciosas guloseimas. A Praça Osório é um dos lugares mais tradicionais para as feiras na cidade, oferecendo diversas edições durante o ano todo e que abordam os mais diversificados temas; existem as feiras de primavera, inverno, natal e é claro que não poderia faltar a mais deliciosa delas, a feira de páscoa.


As feiras temáticas na Praça Osório, na maioria das vezes, possuem produtos especiais voltados para o assunto do qual ela aborda. No caso da Feira de Páscoa você pode encontrar objetos de decoração para a sua casa, como coelhinhos, cenourinhas de pano, cestinhas e é claro muito chocolate! Os apaixonados por gastronomia podem degustar diversos tipos de pratos diferentes na feirinha, o local conta com uma praça de alimentação que oferece os mais diversos pratos. Como Curitiba foi colonizada por várias etnias diferentes, cada uma delas está bem representada nas barraquinhas, onde você encontra desde pasteizinhos indianos até sushis e yaksobas feito por japoneses e os sabores são tão agradáveis que em qualquer hora do dia é possível encontrar pessoas fazendo um lanchinho por lá.
A feira possui um movimento intenso, já que a Praça Osório fica na região central de Curitiba, na entrada da Rua das Flores, que também merece uma visita e pode ser feita após o seu passeio pela feirinha de páscoa. A Rua das Flores é o primeiro calçadão do Brasil e lá você encontra diversos tipos de estabelecimentos voltados para o comércio, charmosos cafés e outros serviços, ou seja, ela é um verdadeiro shopping a céu aberto. Um dos destaques do local é a Boca Maldita que serve como ponto de encontro para os curitibanos discutirem assuntos do momento, é como se fosse uma tribuna livre para palavras e pensamentos.

23 de janeiro de 2011

VÁCUO DO TURISMO, NO PAÍS DE POLÍTICOS USUÁRIOS DO SISTEMA TURÍSTICO

Enviado por João dos Santos Fillho - PUC/SP *

Os estudos sobre a historiografia do turismo brasileiro têm revelado dados curiosos, que são objeto de debates e reflexões junto à academia. A história do turismo nacional ainda é pouco conhecida, e as relações pesquisadas estão muitas vezes longe de resgatar suas raízes autóctones, pois são dados tratados epistemologicamente com bases empíricas estrangeiras, um tipo de eurocentrismo moderno. Esquecendo-se que os ditos modelos teóricos para a implantação de núcleos turísticos se resumem a conclusões de cunho metafísico, sem levar em conta os padrões históricos societários nacionais, regionais e locais. Isso nos leva a pensar o fenômeno do turismo como algo ligado exclusivamente ao desenvolvimento das forças produtivas capitalistas num viés economicista, em que o neoliberalismo acena para o turismo como um instrumento de crescimento puramente econômico para sociedades em geral. É nesta lógica que o sistema econômico sine qua non governa e acaba determinando aos centros de pesquisa e estudos a imposição de um modo quasi faciente de entender o objeto do turismo. Para ultrapassarmos esse estilo acadêmico duvidoso e criticável, nossas pesquisas têm revelado que o fenômeno do turismo brasileiro possui uma historicidade própria, com imensa riqueza de dados empíricos.



Artigo Completo Aqui!!

3 de dezembro de 2010

O sistema de reservas no agenciamento: Desafios e perspectivas


Enviado por Fernando Augusto Ribeiro Costa - Universidade Federal do Pará
O que se apresenta nesse momento é um trabalho de pesquisa a fim de que se buscasse um maior e melhor entendimento acerca de como se processa, no mundo e no Brasil, o sistema de reservas em agenciamento.
Esse trabalho é, pois, não apenas fruto de uma proposta e de intensas pesquisas e leituras a fim de se obter êxito nos estudos. Mais que isso, o que ora se apresenta é peça de reflexão do papel das agências e do turismólogo em um mercado marcado pela competição e pela acirrada disputa por consumidores.
Busca-se, portanto, nas páginas desse Artigo trazer aos leitores da academia, do mercado e de tantos outros meios trazer uma reflexão sobre os dados e não apenas os dados simplesmente. Pretende-se que a partir do que foi coletado pelo trabalho de pesquisa, se possa mais adequadamente responder aos desafios de uma vida que leva cada qual a procurar seu bem-estar e sua própria vitória.
Mas a partir exatamente de quê? A partir dos sistemas de reservas – os GDS – aqui apresentados e discutidos de maneira mesmo sucinta, mas apropriada ao debate acadêmico.
Tal debate deve ser de interesse primordial não aos já profissionais do Turismo, mas também aos que estão nas mais diversas atividades, inclusive estudos, ligado a ele.

2 UM POUCO DE HISTÓRIA
Necessário se faz que antes de se falar exatamente do sistema de reservas no agenciamento, se proceda a explicação referente à evolução histórica do próprio agenciamento dentro da atividade turística. Sabe-se que o Turismo em sua evolução esteve bastante ligado a todo um processo de evolução que se fez em especial na área de transportes. Dessa forma, ao se inventarem novos modos de locomoção, mais confortáveis e mais ágeis, a atividade turística também ela evoluiu.

30 de junho de 2010

O ecoturismo em áreas naturais protegidas: um instrumento para a competitividade

Enviado por Artemísia dos Santos Soares - UFRN


RESUMO
O presente artigo propõe uma reflexão teórico-conceitual sobre a prática do ecoturismo em áreas naturais protegidas para o fomento da competitividade na atividade turística. Nessa perspectiva, coloca-se em relevância a importância de gerar competitividade através das vantagens comparativas existentes no destino. Salientando, para isso, que a sustentabilidade não anula a existência de competitividade e vice-versa. Para tanto, o estudo fundamenta-se em autores que tratam acerca da problemática, visando uma análise reflexiva e argumentativa sob a ótica de diversas disciplinas como geografia, turismo, administração e biologia. Portanto, enfatiza-se o ecoturismo em áreas naturais protegidas como promotor de desenvolvimento em sua totalidade, ou seja, nas dimensões econômica, ambiental, social e cultural. Premissas, estas, que na contemporaneidade se evidenciam fundantes para o alcance da competitividade global. 

PALAVRAS-CHAVE: Ecoturismo; Competitividade; Sustentabilidade.

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A relação homem-natureza e a práxis do turismo: um (re)encontro para a preservação

Enviado por Artemísia dos Santos Soares - UFRN



RESUMO
O presente artigo constitui-se de um ensaio teórico conceitual focalizado nas relações homem-natureza que se dão no espaço. Acredita-se assim, que por meio da prática do turismo em ambientes naturais, o homem pode (re)encontrar-se consigo mesmo em uma relação individual, praxiológica que viabiliza a preservação ambiental. Para tanto, o estudo aborda posicionamentos de estudiosos do turismo, geografia e filosofia que versam acerca desta temática, embasados no imperativo da preservação, no conceito de totalidade, intrínseco a todos os elementos do Universo e na capacidade de percepção do turista. Portanto, defende-se a premissa de que o turismo pode ser um meio de sensibilização capaz de proporcionar a unicidade do ser humano com a natureza que na sociedade contemporânea ainda tem se revelado paradoxal. 

PALAVRAS-CHAVE: Homem, Natureza, Preservação.

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28 de abril de 2010

Ministério do turismo e sua festa de Babette




Não sei por que! Mas quando estava pensando na Política Nacional de Turismo, visualizei um banquete, onde a prática gastronômica explicitava inexistir a plena felicidade sem o pecado, que pode ser o da gula em razão da comida e do dinheiro pela existência das emendas parlamentares. O Ministério do Turismo seria madame Babette em seu banquete articulado por um maquiamento marqueteiro, buscando contrapor a noção do pecado com a idéia da felicidade. 
 
O uso da estrutura administrativa e política do aparelho de Estado no extremo limite, entre o legal e o imoral levam a situações questionadas pela Controladoria Geral da União – CGU, que investiga o desvio de recursos destinados a municípios por meio de emendas parlamentares para patrocinar, eventos, feiras e exposições. Segundo dados publicados pela imprensa foram cerca de 1.500 atividades envolvidas ao turismo que receberam um total de 250 milhões de reais.

 
Esse dinheiro arrecadado por meio de emendas parlamentares, em que políticos estão fazendo a verdadeira festa com o dinheiro público, associados à ONGs segundo o Blog do Noblat em matéria veiculada em 19/04/2010 - Fraude com recurso para festas repete “sanguessuga”:
Entre as 50 ONGs que mais receberam dinheiro do Turismo para organizar festas entre 2007 e 2009, a Folha identificou que 26 têm relação direta com políticos e partidos. As entidades receberam R$ 53 milhões no período.

 
O Ministério do turismo foi criado em 2003 tendo como ministro o político Walfrido Mares Guia, que soube preparar a estrutura ministerial para conseguir a colaboração de deputados e senadores para gastarem suas emendas parlamentares em atividades supostamente turísticas, segundo a CGU podendo haver desvio de dinheiro que esta sendo investigado. Como também requereu a quebra de sigilos bancário e fiscal de agentes públicos e dirigentes do Ministerio de Turismo.

 
Na verdade o CGU suspeita que prefeitos e ONGs e parlamentares tenham utilizado de notas fiscais frias para sustificar o evento, ou que essas atividades tenham sofrido superfaturamento. Uma coisa é certa existe, algum esquema facilitador para que o Ministerio seja objeto de uma quantidade elevada de emendas parlamentares, associado a prefeituras para o recebimento de verbas para o turismo.

 
Esse processo já denunciado pela emprensa, de ser investigado, e para apimentar ainda mais esse fato pedimos ao CGU que investigue:
A)    No periodo que o ministro Walfrido Mares Guia esteve a frente do Ministerio de turismo, verificar como foi a distribuição de verbas por Estado, parece que teriamos grandes supresas;
B)    Analisar cada evento que recebeu verba e sua ligação com parentes de  politicos;

Como podemos ter uma Política Nacional de Turismo, voltada para o turismo interno, se os aportes financeiros são direcionados segundo decisões políticas e politiqueiras?

 
Por isso, nunca se contratou tanto show de duplas sertanejas de artistas conhecidos e desconhecidos; nunca se deu tanta verba para a construção de portais turísticos que nada significam e não leva a lugar nenhum; rodeios sem qualquer valor cultural e econômico inventados por filhos de políticos.  

 
Será que esses parlamentares e o Ministério de turismo assistiram ao filme: A festa de Babette?

11 de fevereiro de 2010

Promoção e divulgação no Brasil Império: Turismo na Monarquia

Enviado por João dos Santos Fillho - PUC/SP *

O presente trabalho é resultado da linha de pesquisa “Hospitalidade na história: um passeio pela cultura do Novo Mundo”, desenvolvido junto à Universidade Estadual de Maringá, a investigação histórica fundamenta-se em obras escritas sobre o Brasil e o povo Maya no século XVI, XVII, XVIII e XIX, compreendendo aproximadamente os anos de 1524 até 1890. As obras que constituem o objeto de nossa investigação foram escritas e publicadas ao período do Brasil-Império, essa literatura foi produzida por visitantes estrangeiros, que de forma diversa, souberam registrar e tratar o cotidiano da vida nacional.

Esses autores vieram para o Brasil; morar, trabalhar, pesquisar ou passear, e resolveram documentar sua estada entre nós, com descrições muitas vezes específicas, mas que na verdade, tornaram-se verdadeiros compêndios historiográficos e alguns com farto material iconográfico sobre a história nacional.

Palavras-chaves: Turismo no Império, guia turístico imperial, historiografia do turismo nacional, eurocentrismo, etnocentrismo.


Artigo completo aqui!

3 de janeiro de 2010

Melhor do País é o povo brasileiro: você acredita na EMBRATUR?

Enviado por João dos Santos Fillho - PUC/SP *

Desde o momento que tomei conhecimento do resultado da pesquisa encomendada pela EMBRATUR ao Instituto Zaytec, intitulada o “Perfil do Turista Estrangeiro e Imagem do Brasil”. Venho tentando saber mais do referido trabalho, qual foi o projeto elaborado, o problema destacado, a problemática delimitada, a construção e seleção de hipóteses, a metodologia utilizada, a construção de objetivos e a elaboração do questionário. Na verdade tenho buscado entender o tratamento científico dispensado aos dados coletados dessa pesquisa, pois há resultados extremamente inéditos e inesperados diante da percepção que o turista estrangeiro tem sobre o Brasil.

Mas até o presente momento desconhecemos por completo a metodologia utilizada ou qualquer outra informação desse discutível trabalho. E se enganam aqueles que pensam que esta minha preocupação é mera implicância de alguém crítico a “Política Nacional de Turismo”. Nosso questionamento se deve a essência das pesquisas de opinião que podem até de forma involuntária levar a constatações equivocadas ou errôneas.

O filósofo Pierre Bourdieu acredita que a pesquisa de opinião pública apresenta sérios limites, pois banaliza as sondagens e possui pouco rigor científico em sua execução, bem como, não podemos supor que a opinião esteja ao alcance de qualquer indivíduo e que todas têm a mesma opinião ou tenham de fato interesse sobre o assunto. Demonstra que as pesquisas desse tipo em turismo são questionáveis e passíveis de erros qualitativos em razão da hegemonia dos dados coletados.

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EMBRATUR estaria tentando uma jogada de marketing?

Enviado por João dos Santos Fillho - PUC/SP *

Como cientista social e turismólogo que milita academicamente com o fenômeno do turismo e hospitalidade a mais de vinte anos, não poderia esquecer as belíssimas aulas sobre a “história das ideologias”, do saudoso sociólogo e amigo Fernando Perrone na admirável ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP. No começo da década de 80 em pleno embate entre as forças democráticas que estavam consolidando-se, e as forças dos porões da ditadura militar que persistiam em permanecer dominando.

Na verdade foi um período histórico em que a ECA sofreu, mas soube resistir e Perrone foi um desses professores, que por meio de prontidão em favor da democracia sabia dar as aulas dentro de um cunho crítico e esclarecedor para o entendimento da realidade social brasileira.

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