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18 de maio de 2011

Turismo de lazer em Portalegre-RN: A carência de investimentos turísticos no Terminal Turístico da Bica.


Artigo enviado por Antonio Jaldesmar da Costa - UFRN


O presente artigo visa criar propostas de investimentos no Terminal Turístico da Bica de portalegre – RN, sobre a carência a prática do lazer e o incentivo ao ecoturismo, promovendo de tal forma a integração de um guia turístico no local. 

Como também, a necessidade de aperfeiçoamento da gastronomia oferecida incluindo o treinamento dos funcionários que trabalham nessa área. Dessa forma, introduzirá ao visitante e/ou turista o desejo de usufruir de todos os setores que são oferecidos, fazendo com que o retorno ao local se torne um hábito constante. 

O fato é que o Terminal Turístico da Bica deve estar capacitado para receber todos aqueles que precisam de um tempo fora de sua renumeração de trabalho, sempre dedicada a um momento único e inesquecível. Para isso, o setor deverá contar com uma estrutura que atenda a todos, propondo um ambiente variável e que se torne incluído no roteiro de cada um. 

9 de dezembro de 2008

Sebrae premia hoje empresas do 5º Ciclo Turismo Melhor

Três empresas dos segmentos de meios de hospedagem e bares e restaurantes recebem hoje, às 10h, no Salão de Eventos do Sebrae, em Natal, a outorga com placa de reconhecimento do Programa Turismo Melhor – 5º Ciclo. Além do Hotel Vila do Mar, de Natal, e do Hotel São Luiz Plaza, de Mossoró, o restaurante estilo “Day Use” Ponta de Pirambu, na praia de Pipa, em Tibau do Sul será contemplado com o reconhecimento do Turismo Melhor.

O programa executado pelo Sebrae do Rio Grande do Norte objetiva elevar a qualidade dos serviços prestados pelas empresas que atuam no turismo no Rio Grande do Norte. A partir dos resultados obtidos durante o processo de implantação do programa, decorrente de um período de sete meses, a empresa-candidata poderá receber e utilizar publicamente a marca Turismo Melhor, atestando o bom nível de qualidade na prestação de serviços turísticos.

Para a gestora do Turismo Melhor, Sergina Santos, o programa possibilita a melhoria de processos e na infra-estrutura das empresas, visando o melhor atendimento em serviços turísticos. “A adesão ao programa é voluntária. A empresa se submete à avaliações técnicas e recebe consultorias e treinamentos para implantar suas melhorias, sob a orientação de consultores especializados”, explica Sergina.

Podem participar do processo de reconhecimento do Programa Sebrae de Qualidade em Serviços Turísticos no Rio Grande do Norte – Turismo Melhor, empresas legalmente constituídas que atuarem nos segmentos de hotelaria e/ou Alimentos & Bebidas, estejam enquadradas no perfil de empresa de pequeno e médio porte, com número máximo de 200 funcionários, atuem no Estado do Rio Grande do Norte, com pelo menos dois anos de funcionamento, de forma legal, e possuam condições de adaptação de sua infra-estrutura para acesso e/ou hospedagem a portadores de deficiência de locomoção.

Após à adesão, a empresa passa por um processo composto por cinco etapas: Avaliação inicial estruturada nos segmentos Organizacional e de Segurança Alimentar, que ocorrerá nas dependências da própria empresa; Apresentação das não conformidades ou lacunas identificadas na avaliação inicial; Implementação dos ajustes e melhorias necessárias, realizada pela empresa e Avaliação final, também realizada nas dependências da empresa participante. E finalmente, os relatórios das avaliações inicial e final e as respectivas consultorias de implementação nas empresas, que serão consolidados e entregues ao Grupo Gestor para apreciação e validação final.

Segundo Sergina Santos, a outorga do Programa Turismo Melhor, é concedida às empresas que obtiverem, na avaliação final, um resultado de, no mínimo 80% dos itens avaliados e atendidos satisfatoriamente, mediante apreciação e validação do Comitê Gestor. Também é condição obrigatória para a obtenção do Turismo Melhor, que nenhum dos itens críticos da Lista de Verificação deixe de estar implementado, antes da avaliação final.

O Programa Turismo Melhor é um processo voluntário e seletivo onde as empresas se submetem a avaliações técnicas e a um processo de melhoria, envolvendo, consultorias e treinamentos. A partir dos resultados obtidos, a empresa candidata poderá receber e utilizar publicamente a marca Turismo Melhor, comprovando seu bom nível de qualidade em serviços turísticos.

Nos últimos cinco anos foram outorgadas com a marca “Turismo Melhor” 21 empresas do Estado, nos municípios de Natal, Mossoró, Assu, Martins, Tibau do Sul (praia da Pipa), Areia Branca e Parnamirim. No segmento de meios de hospedagem já receberam outorga do Turismo Melhor: Pousada Toca da Coruja e o Hotel Ponta do Madeiro (Pipa), Hotel Thermas, Hotel Villa Oeste e Hotel Sabino Palace (Mossoró), Hotel Serrano (Martins) e Divi Divi Praia Hotel e Visual Praia Hotel (Natal). No setor de bares e restaurantes foram agraciados: Restaurante Tábua de Carne, Mangai, Restaurante Oriente, Restaurante Maturi e Only Pizza (Natal), Restaurante Paçoca de Pilão e Marina Badauê (Parnamirim) e Brutinhos (Assu).

Fonte: http://diariodenatal.dnonline.com.br/site/materia.php?idsec=5&idmat=178334

13 de maio de 2008

História da Gastronomia

Enviado por Alinne Faustino - UFRN


A gastronomia pode ser definida como a arte de comer bem e em pequenas quantidades. A primeira ocupação dos seres humanos no planeta Terra foi o ato de cozinhar. A alimentação, de fato, acompanha o homem desde os primórdios das civilizações (PRATO FEITO, 2004).

A alimentação cumpre com uma função biológica ao fornecer ao corpo as substâncias indispensáveis para sua subsistência, constituindo um processo consciente e voluntário, que se ajusta a diferentes normas segundo cada cultura e no qual o ser humano é socializado desde o seu nascimento (SCHLÜTER, 2003).

Diferentemente dos animais, o homem não só partiu para a caça e a colheita, mas também aprendeu a cultivar plantas, criar seus animais e cozer alimentos, o que exerceu grande influência no desenvolvimento de uma série de técnicas relacionadas com a elaboração de recipientes e utensílios de cozinha, das normas para a utilização de talheres, jogos de mesa, etc., que por sua vez se traduziram em um elaborado sistema de regras de etiqueta conhecidas como boas maneiras (SCHLÜTER, 2003).

Para o antropólogo brasileiro Roberto da Matta (citado por SCHLÜTER, 2004), a comida não é apenas uma substância alimentícia, mas também um modo, um estilo e uma maneira de alimentação. Dessa forma, o modo de comer define não só aquilo que se come, mas também a própria cultura de um local, uma vez que a gastronomia de uma sociedade constitui uma linguagem mediante a qual está expressa a sua estrutura de maneira inconsciente.

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16 de fevereiro de 2008

O enoturismo e suas possibilidades aos deficientes visuais em lazer e profissão

Enviada por Isabela Minatel Bassi - FACINTER-PR


Este trabalho tem como objetivo geral Identificar as atividades que o turismo em rotas de produção de vinho ou Enoturismo pode oferecer aos deficientes visuais em lazer e profissão e apresenta, inicialmente, ferramentas que permitirão ao leitor compreender sua proposta revelada ao final. Com a apresentação de conceitos de turista, deficiência, cegueira, enoturismo e com alguns aspectos históricos da atividade turística, do tratamento dispensado pelas sociedades ao indivíduo deficiente e da prática do enoturismo, o alicerce está formado para a principal proposta desta pesquisa: unir cegos e enoturismo fazendo um levantamento das possibilidades de lazer e profissão que surgem desta inusitada junção.


1 de janeiro de 2008

Slow Food - O que é?

Enviado por Anderson Galúcio e Tatiana Oliveira - UFRN


O slow food é um movimento novo que teve início na década de 80 e conta com muitos membros espalhados por todo o mundo. Este trabalho mostrará toda sua evolução, fazendo uma contextualização histórica até chegar aos dias de hoje, onde as pessoas buscam rapidez, mas sem se preocuparem com a qualidade de vida, que é um dos pilares do slow food.


A alimentação é muito importante para vivermos, pois ela é que nos fornece energia. Por esse motivo, no início dos tempos, o homem saía em busca do que podia encontrar, acreditava-se
que eram cogumelos, nozes, raízes, sementes, morangos silvestres, lagartas, peixes, larvas,
cobras, milho e pequenos animais.


No período da Pedra Polida, surgiram os caçadores com clavas e lanças, caçando animais de maior porte. Com o passar dos tempos, o homem passou a domesticar os animais, e através deles podia se ter o leite, por exemplo. Logo em seguida começaram a formar os arados, cultivaram os cereais e deram início a agricultura. Com este novo sistema de cultivo, o homem não precisava sair à procura de alimentos. Com os cereais eles transformavam em farinha e com ela alimentavam os animais. Isso se passou no Oriente Médio e continuou na era cristã, trazendo uma alimentação mais rica.

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