Mostrando postagens com marcador Números do Turismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Números do Turismo. Mostrar todas as postagens

2 de fevereiro de 2012

Salão do Turismo é cancelado este ano pelo MTur


Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação do Ministério do Turismo acaba de confirmar durante a primeira reunião do ano do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur), que acontece em Brasília, que o Salão do Turismo Roteiros do Brasil que seria realizado em julho, em São Paulo, não ocorrerá mais este ano. "Está confirmado. Não teremos o Salão porque é um ano eleitoral, além da Rio+20 e não haverá tempo hábil para a realização do mesmo", informou. Moesch confirmou que o evento volta a ser realizado normalmente em 2013 em data a ser definida.

O fator que pesou mesmo para o cancelamento foi a decisão da presidente Dilma Rousseff de convocar o MTur para realizar ações no Rio de Janeiro em junho, durate a Rio+20 destacando temas voltados para a sustentabilidade. Segundo Isabel Barnasque, coordenadora do Salão, seria impossível realizar as duas ações em tão curto espaço de tempo. "Seria impossível preparar estes dois eventos e a presidenta Dilma Rousseff nos pediu prioridade para a Rio+20", destacou ela.

A secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Bel Mesquita, confirmou que até o final de abril estará lançando o edital do Salão de Turismo de 2013. "Não sabemos se ele será mantido em julho. Posso garantir que a interrupção do evento não irá prejudicar o Programa de Regionalização do Turismo, pois as ações terão continuidade", adiantou.Segundo ela o modelo do Salão vai mudar e para isso haverá uma discussão com os estados. Ela confirmou que a ideia do MTur será realizar o Salão apenas de dois em dois anos. "Nos anos alternativos vamos discutir a criação de um outro evento como vai acontecer este ano com a Rio + 20", adiantou.

Antes mesmo de saber da decisão do MTur, Domingos Leonelli, presidente do Fornatur manifestou sua preocupação com o cancelamento do Salão. "Não é bom que isso ocorra pois se cria um hiato de dois anos entre os eventos e lembro que o Salão é a principal vitrine do turismo brasileiro para o público e uma oportunidade de divulgar os destinos. É lamentavel que isso venha a ocorrer", adiantou.

Fonte: IBT - Instituto Brasileiro de Turismólogos

1 de fevereiro de 2012

Embratur lança programa Voo Direto com investimento de R$ 8 milhões


A Embratur lançou esta semana em Brasília o programa Voo Direto que trata da nova política de incentivo aos voos fretados internacionais com recursos na ordem de R$ 8 mmilhões. A portaria com a assinatura do presidente da Embratur, Flávio Dino entra em vigor e os estados e municípios interessados em participar tem até o dia 12 de março. A avaliação e aprovação por parte de um Comitê Técnico será feita até o dia 2 de abril e o início das atividades está previsto para maio deste ano. Segundo Flávio Dino a medida visa recolocar o Brasil na rota dos voos fretados internacionais.

No documento Flavio Dino lembra que o turismo internacional tem se mostrado em fraca expansão e embora fatores conjunturais como a crise econômica tenham reduzido o fluxo turístico a previsão da OMT é de que até 2020 as viagens aos exterior superem a marca de 1,5 bilhoes, sejam a lazer ou a negócios. "Há um vasto potencial ainda a ser explorado por meio da diversificação da oferta e possibilidades concretas de aceleração no numero de viagens ao nosso país daí a necessidade de fortalecer os canais de acesso ao país com incremento significativo de voos que complementam a oferta de voos regulares", destaca.

O programa é destinado a dar apoio financeiro à promoção internacional de voos fretados pro meio de projetos com critérios estabelecidos pela Embratur. Os estados e municípios interessados devem apresentar justificativa, objetivos, estratégias, recursos materiais e mão de obra além de acompanhar a avaliação. As parcerias para voos fretados devem ser iniciativa dos estados.

Junto com a portaria a Embratur definiu também os critérios para ações promocionais conjuntas, no exterior em parceria com estados e municípios. As ações promocionais devem a partir de agora ter o seguinte teor de acordo com segmentos:

EVENTOS - Realizados nos mercados de origem as ações podem ser voltadas para treinamento, qualificação de agentes de viagens, rodada de negócios e eventos de público final.

FAMTOURS - Viagens ao estado destino para agentes de viagens, para conhecer produtos e serviços além de roteiros com possibilidade de serem oferecidos ao público final nos países de origem.

FAMPRESS - Viagens aos estados destinada a profissionais de mídia com o objetivo de produzir matérias jornalísticas veículadas nos países de origem dos voos.

PRODUÇÃO DE MATERIAL - Produção de material promocional de suporte à divulgação dos voos como folders, guias e brindes seguindo a padronização de material promocional emitidas pela diretoria de marketing da Embratur.

CAMPANHA PUBLICITÁRIA - Campanhas veículadas nos países de origem dos voos seguindo as nortas e padrões da diretoria de marketing da Embratur.

PESQUISA QUALITATIVA - Realização de pesquisas com os turistas usuários de voos para a identificação de comportamento de organização da viagem, seleção de produtos turísticos e perfil dos turistas

Fonte: Mercado e Eventos - http://mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/80770
Por: Luiz Marcos Fernandes

3 de janeiro de 2012

Brasil inicia adoção de padrão internacional de classificação hoteleira


Um dos questionamentos mais freqüentes dos clientes de eventos corporativos pode estar com os dias contados. Com a implantação do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem – SBClass, poderá ser facilmente identificada a categoria real do hotel onde serão hospedados os convidados de um determinado evento.

A dificuldade atual encontra-se no fato de que as licitações governamentais utilizadas como base para a contratação de empresas de eventos costumam estabelecer preços diferenciados para as variadas categorias hoteleiras, mas, na prática, fica difícil determinar a real categoria de um hotel.

Na espera de uma regulamentação oficial, clientes e prestadores de serviço vêm determinando as categorias dos estabelecimentos tomando como padrão as informações fornecidas pelos próprios hotéis, divulgadas no seu site, nos documentos oficiais ou constantes na recepção do estabelecimento. Mas esta espécie de “auto-classificação” nem sempre é aceita de bom grado.

O novo sistema que começa a ser implantado no Brasil adota a conhecida simbologia das estrelas, numa escala que varia de uma a cinco. Serão objeto de classificação sete tipos de empreendimentos: hotel, resort, hotel-fazenda, cama e café, hotel histórico, pousada e flat/apart hotel.

A classificação terá duração de 36 meses, e será realizada tomando como base padrões e normas de qualidade, eficiência e segurança na prestação dos serviços turísticos. O Ministério do Turismo e o Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial – Inmetro, serão os órgãos responsáveis pela classificação.

A maior dúvida que resta agora resulta da forma de adesão a este procedimento, pois o mesmo não será obrigatório. De qualquer maneira, a utilização do símbolo, de acordo com a portaria já publicada, será exclusiva dos empreendimentos submetidos ao processo de classificação, e nada impede que, no futuro, apenas hotéis que aceitaram se submeter à classificação oficial possam ser contratados para prestar serviços a instituições públicas.

Pablo Saínz Fuentes
Blog Gerenciando Eventos
http://gerenciandoeventos.blogspot.com

 

2 de janeiro de 2012

MTur espera R$10 bi em 324 novos empreendimentos hoteleiros


A expectativa do Ministério do Turismo é que R$ 10 bilhões sejam injetados em 324 novos empreendimentos hoteleiros que iniciarão operações no Brasil até 2019, gerando 32 mil empregos diretos e aumentando a oferta nacional de unidades habitacionais de hospedagem em 55 mil.

Para o Ministério do Turismo, investimentos em mobilidade e infraestrutura urbana são também em qualidade de vida e turismo. Em todo o Brasil, obras desse tipo já concluídas pelo MTur somam R$ 500 milhões. O montante foi destinado para terminais rodoviários e obras de infraestrutura urbana, aeroportuária e em orlas marítimas ou fluviais.

Três especialistas e consultores brasileiros analisaram variáveis de desenvolvimento do turismo e chegaram à conclusão: a “saúde” da economia turística avançou expressivamente nos últimos nove anos, mas lacunas históricas exigem soluções que não podem mais ser adiadas. O principal alerta para o período 2012-2014 vai para as áreas de recursos humanos, mobilidade e acessibilidade, infraestrutura urbana e comunicação em idiomas estrangeiros.

Segundo o professor doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Turismo Ricardo Ricci Uvinha, o Brasil vem se aperfeiçoando, de forma qualitativa, na formação de mão-de-obra para o setor. “A grande procura por cursos de turismo nas universidades mostra isso. A qualidade da educação é um fator bastante decisivo para a profissionalização do turismo brasileiro. Isso contribui, inclusive, para superarmos a barreira do idioma, que ainda nos limita no contato com o mundo”, afirma Uvinha. De 2003 a 2011, o Ministério do Turismo qualificou 815,5 mil pessoas em especialidades técnicas de base do setor, línguas estrangeiras e gestão empresarial para o turismo. Mais de 2.770 cidades brasileiras foram atendidas, somente em 2011.

As quatro maiores economias turísticas do mundo – França, Estados Unidos, China e Espanha – são, sobretudo, exemplos internacionais de organização e mobilidade urbana. Para Mariana Aldrigui, docente do curso de Lazer e Turismo da USP e pesquisadora nas áreas de Turismo Urbano e Políticas Públicas, o Brasil deve apostar em políticas públicas integradas, que considerem que o turista é também um consumidor de transporte. “O tempo gasto para se deslocar em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, ainda é muito maior do que em Nova York, Paris, Londres e Hong Kong. Isso, além de criar um comprometimento do transporte do morador, também prejudica o visitante. Na verdade, o sistema é um só e deve funcionar bem para todos", analisa.

Para Aldrigui, a organização das cidades cria condições para o turismo acontecer: “o que faz um turista querer voltar ao destino visitado são as coisas simples: rapidez, segurança, facilidade de ir e vir”, ressalta.
Cidades que oferecem maior qualidade de vida se tornam mais atraentes para investidores de diversas áreas do setor. O volume de desembolso de crédito vem crescendo em média 20% ao ano, desde 2003, ano da criação do Ministério do Turismo. Segundo José do Carmo Rocha Filho, consultor do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo (DFPIT/MTur), o ritmo de aumento do crédito financiado por bancos públicos federais para operações de investimento e capital de giro às empresas turísticas “demonstra que o turismo brasileiro evolui quando são dadas condições favoráveis para isso”.

A tendência de ampliação e qualificação do mercado turístico brasileiro deve permanecer em 2012. Conforme a consultora especializada em turismo Gleici Guerra, “avançamos muito nos últimos nove anos, e o movimento do setor indica que nossa grande meta é fazer os eventos esportivos de 2014 e 2016 darem certo. A imagem e a reputação do destino Brasil na próxima década vão depender muito disso”. Guerra avalia que os desafios reais do turismo no país “ultrapassam o quintal de atuação do MTur”, mas se as políticas públicas trabalharem cada vez mais de forma integrada, o setor chegará a um nível mais alto de pensamento estratégico, e o Brasil terá estímulos para melhorar progressivamente o seu padrão de qualidade turística.

Fonte: Mercado & Eventos
http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/79776

23 de dezembro de 2011

Sites de viagens têm 26,3 milhões de usuários no País

O número de usuários de sites de viagens teve aumento de 22%, no período entre novembro de 2010 e deste ano, com a marca de 26,3 milhões. A pesquisa da Nielsen On-line também aponta que 60 milhões de brasileiros vivem em residências com computador e acesso à internet.

O total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente – domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais – foi de 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2011. Nos sites de viagens, os mais acessados foram os serviços de mapas e páginas de pacotes de turismo.

Viagens, com 22%, e Automotivo, com 18%, também estão entre as categorias que mais cresceram no período de um ano. Foram seguidas por Entretenimento, Comércio Eletrônico e Família e Estilos de Vida.

Fonte: Biaphra Galeno- Panrotas
http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/tecnologia/sites-de-viagens-tem-263-milhoes-de-usuarios-no-pais_74216.html

30 de setembro de 2011

Rio de Janeiro, maior destino turístico do Hemisfério Sul.

Enviado por Breno Pessoa - UCSal - BA

Suponha que você está de frente para o mapa do mundo, pendurado numa parede enorme, onde é possível ler o nome de cada cidade no planeta. Qual você escolheria para visitar? Agora suponha que cobrimos a metade de cima com um manto negro. Você pode até pensar em outros nomes, mas da metade da Linha do Equador para baixo, a cidade que mais se destaca em termos turísticos é o Rio de Janeiro, sabia?

Esqueça Sidney, Cidade do Cabo, Buenos Aires. Nos últimos 5 anos, o número de visitantes à cidade que inventou o Frescobol e o Futevôlei vem crescendo e a RioTur divulgou recentemente que em 2010 a cidade obteve o maior fluxo de turistas internacionais desde 2006. A proximidade dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, as operações de paz nos morros e a imagem positiva do Brasil no exterior são fatores que colaboram para o turismo de lazer na capital fluminense e a cidade já não possui mais baixa temporada durante todo o ano. Neste panorama, reservar um hotel no Rio de Janeiro com antecedência é cada vez mais importante.

São muitas as atividades e festejos que colorem os dias da cidade maravilhosa. Rock In Rio, Reveillon, Carnaval e diversos outros eventos brotam ao decorrer do calendário anual e contribuem com a atmosfera mágica carioca. Voar de asa delta, curtir uma praia em Copacabana, subir ao Cristo Redentor ou visitar o Pão de Açúcar, tudo pode parecer cliché se você é morador do Rio, mas a importância da indústria do turismo para esta cidade é incontestável e pode ser comprovada na taxa de ocupação hoteleira, em média superior a 90%.

O Rio de Janeiro está recebendo diversos investimentos públicos e privados, a exemplo do lançamento de novos vôos diretos das companhias aéreas Lufhtansa e Alitalia, partindo respectivamente de Frankfurt e de Roma; dos novos pontos de atenção ao turista, como o recém-inaugurado na Praia de Copacabana, e da capacitação dos profissioanis da área, tanto no aprendizado de línguas como em aspectos culturais.

O Rio de Janeiro está em alta, e as previsões de receita e fluxo de turistas são extremamente otimistas. O momento é oportuno para todos os negócios diretamente ou indiretamente relacionados com a área. E excelente para os turistas, que contam com ainda outras opções de diversão e lazer.   

18 de março de 2011

Gol passa Tam em fevereiro e lidera doméstico

39,77% a 39,59%. Empate técnico. Que nada, a equipe da Gol já comemora a liderança no mercado doméstico em fevereiro deste ano. Conseguiu, pela primeira vez ultrapassar a Tam, segundo dados da Anac, divulgados hoje. Se não houver qualquer correção a Tam caiu de 43,35% em janeiro para 39,59% em fevereiro. Já a Gol subiu de 37,27% para 39,77%. No acumulado do ano, a Tam tem 41,79% e a Gol 38,42%.

Já o volume de passageiros transportados no mercado aéreo doméstico brasileiro aumentou 9,34% em relação ao mesmo mês do ano passado. No mesmo período, a oferta aumentou 13,31%, bem mais que a demanda, mostrando que não foi um mês fácil, talvez devido ao carnaval tardio, em arço. A tendência de crescimento do mercado aéreo brasileiro se manteve, mas a taxa de ocupação caiu em relação a fevereiro de 2010: de 70,96% para 68,48%.

Os Dados Comparativos Avançados foram divulgados hoje pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e estão disponíveis no www2.anac.gov.br/dadosComparativos/DadosComparativos.asp.

As demais empresas nacionais sua participação no doméstico e agora representam 20,64% do mercado – a Azul tem 7,96%, a Webjet, 5,89%, a Trip aparece com 2,77%, enquanto a Avianca tem 2,58%.

Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a Tam manteve-se isolada na liderança do setor, com 85,85% do mercado. A Gol/Varig possui 12,92% e a Avianca, 1,22%.

Fonte: Panrotas

31 de março de 2009

Emissão de passaporte cai 27% em janeiro com dólar alto e crise

A crise internacional e o aumento do dólar reduziram o ânimo do brasileiro para viajar ao exterior. Um nítido reflexo disso é a queda na emissão de passaportes. O número de documentos emitidos em janeiro foi 27,4% menor do que no mesmo mês de 2008, segundo dados da Polícia Federal.

A curva é de queda desde outubro, quebrando repentinamente um ano de prosperidade na emissão de passaportes. Dezembro foi o mês mais crítico, com o registo de 60 mil novos documentos, número 30% menor do que no mesmo período de 2007.

Para dar uma ideia da queda fulminante, em julho de 2008 foram emitidos mais de 136 mil passaportes no Brasil.

A PF ainda não constatou prejuízos relevantes à arrecadação decorrentes da queda na emissão de passaportes, mas admite que a crise já preocupa e afeta diretamente esse setor.
Os agendamentos para conseguir o documento, cujo novo modelo (azul) custa R$ 156,07, podem ser feitos em datas próximas, e as filas nos postos da PF estão minguadas.

A crise também afeta a emissão dos documentos novos. Após um 2007 de euforia para conseguir o modelo azul --que, ao contrário do verde, obedece às normas da Organização de Aviação Civil Internacional--, os números estão caindo. Em fevereiro, foram emitidos 70 mil, nível semelhante às emissões de dezembro de 2007. Na época, os passaportes verdes correspondiam a 36% dos documentos. Hoje, os antigos são cerca de 10% do total.

Segundo Wilson Fusco, especialista em movimentos migratórios da Fundação Joaquim Nabuco, a queda na emissão de passaporte, num momento inicial de crise, reflete só desânimo no mercado turístico. Quem pretende trabalhar e morar em outro país planeja com antecedência e não desiste de concretizar a viagem com os primeiros golpes da crise.

Segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), entre setembro de 2008 e fevereiro de 2009 as empresas aéreas contaram com 148 mil brasileiros a menos viajando para o exterior em relação ao mesmo período de um ano atrás. Fevereiro último teve 10% menos brasileiros viajando ao exterior do que no mesmo mês do ano passado.
Investimento

No movimento contrário à crise, as empresas continuam investindo em voos internacionais. De setembro a fevereiro, foram mais 938 aeronaves fazendo rotas para o exterior ante o mesmo período de um ano antes. As empresas admitem que o aumento da oferta e a escassez de turistas vão puxar para baixo o valor das tarifas.

José Márcio Mollo, presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, diz que o movimento de passageiros despencou no Brasil e no mundo. Em janeiro e fevereiro, Mol lo contabiliza prejuízo de 20% entre as empresas em comparação com 2008. Os prejuízos devem ter sido ainda maiores depois do Carnaval. De qualquer maneira, diz Mollo, até agora as três grandes empresas brasileiras continuam investindo, estudam formas de atrair clientes e não pretendem cancelar encomendas de aviões.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u542316.shtml

12 de janeiro de 2009

Alta do dólar estimula crescimento 20% no turismo doméstico

Enviado por Rodrigo Nora - Editor do Portal Turismo Informativo e Sindicalista do Turismo


Belezas naturais não faltam por aqui. O Brasil abriga 22% da flora, 10% dos anfíbios e mamíferos e 17% das aves do mundo. Cerca de 40% do território nacional é ocupado por uma floresta praticamente intocada e, se o turista está em busca de sol, a costa brasileira é generosa com seus oito mil quilômetros e 2.045 praias. De acordo com a Embratur, existem mais de 300 roteiros com potencial para exploração turística. É hora, portanto, de conhecê- los.

O número de estrangeiros que visitam o Brasil pode aumentar. O país recebe um quarto dos turistas que vão ao México, nação que tem características semelhantes, e muito menos que os que visitam a África do Sul cujo forte também é a vida selvagem no safári. Sempre que se discute o tímido desempenho do turismo no Brasil, surge a pergunta inevitável: se o País tem um imenso potencial, por que razão recebe um número tão pequeno de visitantes estrangeiros?

Boa parte do dinheiro que seria gasto fora vai ficar por aqui. De acordo com a Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), muitos clientes trocaram viagens ao Exterior por um destino no Brasil. Dados preliminares indicam que a venda de pacotes nacionais cresceu 20% em outubro de 2008 ante o mesmo período do ano passado. "A instabilidade do dólar fez com que as pessoas fiquem inseguras para fechar uma viagem internacional", afirma Leonel Rossi Júnior, diretor de assuntos internacionais da Abav. É nesse contexto que entra o turismo doméstico.

A alta do dólar provocou uma reviravolta no setor do turismo. Segundo dados divulgados na semana passada pelo Banco Central, um grande número de brasileiros desistiu de viajar ao exterior. Em outubro, a queda nas despesas internacionais foi de 31% em relação ao mês de setembro. Trata-se da freada mais brusca em duas décadas. Numa primeira análise, o número parece revelar uma tragédia. Afinal, significa que, amedrontadas pela crise financeira global, as pessoas deixaram de gastar com viagens e de desfrutar de merecidas férias.

Os executivos do resort baiano Costa do Sauípe, um dos hotéis mais badalados do Brasil, aguardam a alta estação com ansiedade idêntica à de um turista em véspera de viagem. "Deveremos ter o melhor verão desde que o Sauípe foi inaugurado, em 2001”, afirma Alexandre Zubaran, presidente da Resorts Brasil e do Costa do Sauípe Resort."Projeções indicam que o faturamento da alta estação será 25% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. É um resultado excepcional, considerando as dificuldades financeiras enfrentadas pelo resort desde 2006. O executivo esclarece a questão. A partir de 2005, o dólar entrou numa curva descendente. Como resultado, o número de brasileiros que viajam ao Exterior praticamente dobrou. Na hotelaria nacional, o efeito foi perverso. Para muitos brasileiros, era preferível investir seu dinheiro com uma viagem para Nova York do que desfrutar das paisagens nacionais. Com isso, os hotéis instalados no Brasil esvaziaram, pois a demanda internacional não é suficiente para supri-los. Na seqüência, vieram as perdas financeiras. A partir de outubro de 2008, mês em que a crise financeira mundial eclodiu, houve uma inversão desse processo. O dólar caro deu fôlego extra ao turismo doméstico.

Ao contrário dos grupos hoteleiros, as agências de viagens não sentem tanto as oscilações cambiais. Se o dólar está barato, elas inflam seus pacotes estrangeiros. Quando a moeda americana dispara, é a vez das rotas internas. A CVC, maior agência de viagens do Brasil, começou a operar neste mês 140 vôos semanais fretados para destinos nacionais. No mesmo período do ano passado, com o dólar mais barato, foram 120. "Nossa expectativa é aumentar em 30% a venda de pacotes nacionais", diz Valter Patriani, presidente da CVC.

Segundo ele, os roteiros nordestinos ocupam o topo da preferência dos clientes. Entre os destinos mais procurados estão Porto Seguro, Natal, Maceió, Fortaleza e Porto de Galinhas. A Infraero confirma as indicações da CVC. Nos dez primeiros meses do ano, o movimento nos aeroportos do Nordeste chegou a 15,8 milhões de pessoas. O volume é 3% maior que o do mesmo período de 2007 e representa um acréscimo de 500 mil passageiros. Fora do Nordeste, a cidade preferida dos viajantes brasileiros é o Rio de Janeiro. Curiosamente, a CVC espera obter, com os pacotes internacionais, o mesmo crescimento registrado pelos roteiros internos. A mágica? "Em razão da queda do petróleo, os clientes encontram na CVC alguns produtos internacionais com descontos, na forma de um câmbio mais atrativo que o operado no mercado", diz Patriani. "Para produtos como o Caribe, trabalhamos com um câmbio de R$ 1,99." A estratégia, assegura o executivo, tem sido bem-sucedida. O real desvalorizado também torna mais favorável a vinda de estrangeiros ao Brasil. Segundo projeções, até o final de 2008 mais de cinco milhões de estrangeiros terão visitado o País, gerando receitas de US$ 5,7 bilhões. É o maior valor da história.

E agora, ficou melhor ainda! Começou a concorrência para baixar preços entre as operadoras aéreas, a mais nova empresa chamada Azul no mercado já encomendou uma frota de 76 jatos Embraer. A proposta, segundo a empresa, é oferecer um serviço diferenciado, sem o conceito de hubs, ligando cidades não servidas pelas atuais linhas aéreas, e com qualidade superior. As aeronaves Embraer 195 da Azul serão equipadas com bancos de couro, sem as poltronas do meio, apenas fileiras de duas poltronas.

Entre as novidades, a empresa promete ser a primeira na América Latina a oferecer TV ao vivo, em monitores individuais, através da instalação de um sistema via satélite da LiveTV.

Baixando os preços entre as empresas aéreas vai ficar melhor ainda desfrutar o nosso Brasil e aproveitar as férias com a família.

Rodrigo Muzulão Nora
Turismólogo

Editor do Portal Turismo Informativo e Sindicalista do Turismo

1 de outubro de 2008

Copa do Mundo 2014 será atrativo turístico para Mato Grosso

A candidatura de Cuiabá para ser uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo em 2014 esteve na pauta das palestras do secretario Estadual de Turismo, Yuri Jorge Bastos e do diretor de Turismo de Cuiabá – DTUR, Jaime Okamura, durante a abertura oficial da 1ª Semana do Turismo, realizado ontem (22) pela Faculdade Afirmativo.

O secretário da SEDTUR, disse que o Comitê Estadual Pró-Copa 2014 em Cuiabá, presidida por ele, "já trabalha na elaboração dos projetos preliminares de adequação para a elaboração do Plano Mestre a ser apresentado à Fifa, na ocasião da defesa da candidatura de Cuiabá para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, em março do ano que vem". Bastos disse ainda, que investimentos de mais de um bilhão de reais poderão ser feitos em infra-estrutura o que "diminuiria assim, um dos principais problemas do setor turístico, que carece de infra-estrutura".

"A Copa do Mundo é um dos projetos para ampliar o turismo em nossa Capital, mas temos diversas ações planejadas para que o setor desenvolva ainda mais", disse Jaime Okamura, aos acadêmicos do curso de turismo da Faculdade Afirmativo, alunos da rede pública, professores e diversos visitantes. Okamura salientou que o mercado turístico de Cuiabá tem um grande potencial ainda inexplorado "mas está em pleno desenvolvimento, com uma visão ampla do setor".

A 1ª Semana do Turismo acontece no período de 22 a 26, com o tema "Novas Perspectivas e Responsabilidade Sócio-ambiental", em comemoração ao Dia Mundial do Turismo e Turismólogo, celebrado dia 27 de setembro. O coordenador do evento, professor Odeval de Carvalho, ressaltou que "o foco principal deste evento está em fomentar parcerias ligadas a sustentabilidade sócio-ambiental e lincar para o turismo uma nova perspectiva, de se entender um turismo com outra visão. Essa é a orientação aos novos profissionais que estão se preparando para este mercado em expansão".

O evento é aberto ao público e oferece o Espaço do Conhecimento, com palestras, oficinas, mini-cursos e mesas redondas; e o Espaço da Cultura. A segmentação de produtos como a gastronomia, o artesanato, alimentação sustentável, processo de reciclagem e aproveitamento dos produtos, também estão expostos. As atividades começam sempre às 19 horas , no pátio central da Faculdade Afirmativo, localizada na Rua Cel. Pimenta Bueno, nº 534, Bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=275743

24 de setembro de 2008

Turistas estrangeiros gastam em agosto US$ 499 milhões

De acordo com dados divulgados hoje (23/09) pelo Banco Central (BC), US$ 499 milhões ingressaram na economia do País no último mês por meio do gasto de turistas estrangeiros. O valor, 15,83% superior aos US$ 431 milhões registrados em agosto de 2007, rende ao mês o posto de melhor agosto de toda a série histórica. Os números revelam ainda outro dado importante: o acumulado entre janeiro e agosto chega a US$ 3,866 bilhões. O volume é 18,42% maior do que o registrado no mesmo período de 2007 (US$ 3,265 bilhões).

“O dado divulgado hoje pelo BC é significativo e mostra que o turismo no Brasil está crescendo acima da média mundial, que vem se mantendo entre 7% e 8% nos últimos anos [de acordo com a Organização Mundial de Turismo]”, disse o ministro do Turismo, Luiz Barretto, de Nova York, nos Estados Unidos, onde lançou ontem (segunda, dia 22) a campanha publicitária “Brasil Sensacional”, ao lado do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. “Esta ação publicitária mundial, que irá atingir 12 países até 2010, contribuirá para incrementar ainda mais o gasto de turistas estrangeiros no Brasil”, completou Barretto.

A partir da análise da entrada mensal de divisas por meio do gasto de turistas estrangeiros neste ano, estima-se que a receita turística anual de 2008 chegue aos US$ 5,7 bilhões. Se confirmado, o desempenho renderá a 2008 o recorde histórico da série iniciada em 1969, superando os US$ 4,953 bilhões registrados em 2007 – melhor ano até então.

Portal Pan Rotas
http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/plantao/portal_reader_noticia.asp?cod_not=41138

21 de março de 2008

Turismo responde por mais de 8 milhões de empregos

O turismo empregou 8.112.888 pessoas no Brasil em 2005, último ano disponível em pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta quarta-feira (19). Em comparação ao ano anterior, o setor teve alta de 3,89%, número superior ao que o país cresceu, em toda a economia em 2005, no número de vagas de trabalho (3,01%).Pela primeira vez desde 2000 (ano em que o IBGE começou a pesquisa), o Brasil conseguiu empregar mais de 8 milhões de pessoas no turismo.

A participação do setor no total dos postos de trabalho da economia foi de 8,92%, maior número desde 2003.Em 2000, o setor turístico empregou 7.203.400 pessoas. No ano seguinte, mais 319.074 postos de trabalho foram criados, totalizando 7.522.747 ocupações e um crescimento de 0,72% em relação ao ano anterior. Novo aumento no número de postos de trabalho foi verificado em 2002, quando o turismo deu emprego a 7.812.164 pessoas, 3,87% a mais que em 2001.

No ano seguinte, o setor gerou 7.922.140 postos de trabalho, representando uma variação positiva de 3,97% em relação a 2002.Em 2003, o turismo empregou menos que no ano anterior, com 7.809.103 postos de trabalho e redução de 1,43%. O resultado sofreu influência dos empregos nos setor de alimentação, que registrou forte queda no seu total de vagas.

Fonte: IBGE E SINDICATURISMO

Quase 60% das vagas de turismo não têm carteira assinada

Estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que 59% das vagas ocupadas no setor de turismo em 2005 não têm carteira assinada.

No ano, segundo o instituto, havia 8.112.888 postos de trabalho no setor, 15,10% do total das 53.730.274 vagas criadas em serviços.

Dos 4.804.879 trabalhadores de turismo sem vínculo formal, 3.210.151 eram autônomos e 1.594.728 empregados sem carteira.

As informações são do estudo "Economia do turismo: uma perspectiva macroeconômica 2000-2005", realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com o Ministério do Turismo e a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). A pesquisa tem como fonte o Sistema de Contas Nacionais.

Os serviços de alimentação destacaram-se entre as atividades do turismo que mais empregaram, com 37,79% de participação, o equivalente a 3.066.084 postos de trabalho. O segmento de transporte rodoviário também obteve participação expressiva (36,16%) com 2.933.868 vagas criadas. As atividades recreativas, culturais e desportivas participaram com 11,02%, o equivalente a 894.047 postos.

Em relação ao total da remuneração, as atividades do turismo pagaram um montante de R$ 52,9 bilhões, o correspondente a 8,84% da quantia paga pelo setor de serviços e 6,14% do total desembolsado pela economia brasileira em 2005.

Desse total, R$ 44,4 bilhões foram pagos sob forma de salários e ordenados (83,89%), que representaram 9,26% do total pago no setor de serviços e 6,51% do total desembolsado pelo conjunto da economia naquele ano.

Fonte: Uol - http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2008/03/19/ult880u6456.jhtm