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30 de outubro de 2009

Turismo, Patrimônio Histórico/Cultural e Identidade

Enviado por Rafael Pereira de Souza – UNISUAM – RJ

O turismo é um fenômeno social e econômico que abrange diversas áreas. Tem como uma de suas características a grande diversidade de segmentos que podem ser trabalhados. Através da segmentação podemos identificar e “separar” os turistas de acordo com suas necessidades e motivações. Segundo BENI (2004:153), “segmentação é a técnica estatística que permite decompor a população em grupos homogêneos cada um com seus próprios canais de distribuição, motivações diferentes e outros fatores.” Em algumas localidades temos latentes as tendências para determinadas áreas que devem ser mais bem exploradas.
O turismo cultural e histórico é um desses segmentos que crescem cada vez mais no interesse da demanda turística e desperta na comunidade um sentimento de nostalgia, autenticidade e um grande enriquecimento intelectual. Para o morador local, ter contato com um patrimônio cultural ou histórico faz com que este aflore sua identidade com seu bairro ou cidade e desperte o orgulho e a satisfação, o fazendo sentir, de alguma maneira parte dessa história, resgatando as raízes de seus antepassados.

Os conceitos turismo histórico e turismo cultural muitas vezes se confundem. Isso acontece devido à grande similaridade desses segmentos em alguns aspectos. Pode-se perceber que quando é praticado o turismo em museus, ou qualquer outro atrativo turístico que remeta algum cunho histórico, é também praticado turismo cultural devido ao enriquecimento e aprendizado que se tem quando praticamos esse tipo de turismo.
O turismo cultural corresponde a todo turismo em que o principal atrativo seja algum aspecto da cultura humana. Segundo a OMT, turismo cultural seria caracterizado pela procura por estudos, cultura, artes cênicas, monumentos, sítios históricos e arqueológicos, manifestações folclóricas ou peregrinações.

Segundo o Ministério do Turismo e o IPHAN o turismo cultural corresponde às atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura.

O turismo histórico-cultural corresponde ao conjunto de atividades turísticas que se desenvolvem em função do patrimônio histórico-cultural e que permitem a observação da organização social do homem junto ao seu ambiente, retratando seus usos e costumes, tanto atual como de seus antepassados.

Tanto o turismo cultural quanto o turismo histórico, têm a sua importância fundamentada na preservação e recuperação dos patrimônios e legados de uma comunidade. Os patrimônios se transformam em um mediador entre o passado e o futuro, permitindo uma identificação da comunidade com seus patrimônios.

23 de outubro de 2009

Lufthansa BR oferece prêmio pelo Twitter

A Lufthansa Brasil está fazendo uma campanha para o lançamento da sua rede social no Twitter. Eles prometem oferecer um prêmio surpresa para os 1000 primeiros seguidores de sua página no serviço de Microblogging.

Até o momento são 390 seguidores. Não se sabe que tipo de prêmio será, mas essa é mais uma prova de como as redes sociais como, Blogs e Microblogues estão fazendo cada vez mais parte do mundo corporativo.

O Blogando Turismo também está no Twitter e também está seguindo a @Lufthansa_Br e aguardando o prêmio. hehe...

Ah...não deixem de seguir o @blogandoturismo.

Abraço.

9 de outubro de 2009

Mergulho Recreativo Adaptado para pessoas com deficiências na atividade turística no RN: Um mergulho de inclusão

Monografia enviada por Graziella Bezerra - UFRN

A partir do advento da Revolução Industrial a qual possibilitou ao homem obter mais tempo livre para suas atividades de lazer, foi que o segundo começou a ser encarado como um direito social. Acarretando assim uma crescente necessidade de se desenvolver alternativas que atingissem a todos os detentores desde direito, minimizando barreiras que impossibilitassem indivíduos com certas limitações.

Diante desse quadro foi que este estudo foi desenvolvido, objetivando analisar o
lazer na ótica das pessoas com deficiência, enfatizando em sua plenitude as condições e perspectivas da inclusão deste público especial em atividades de lazer inseridas em equipamentos turísticos de mergulho. Realizou-se revisão bibliográfica sobre lazer, deficiência e acessibilidade.

Coletou-se depoimentos entre especialistas e mergulhadores profissionais acerca das possibilidades, limitações e procedimentos necessários para a inserção de pessoas com deficiência na atividade de mergulho recreativo adaptado. Bem como, foi feito uma análise baseada nas normativas existentes para avaliar as condições de acessibilidades dentre os empreendimentos utilizados como amostra do estudo.

Contudo, foi possível concluir que, ainda hoje, apresenta-se uma realidade bastante precária que limita o conhecimento referente
ao lazer, dificultando a inclusão social e o desenvolvimento do indivíduo como cidadão. Embora o discurso oficial paute a questão do lazer para pessoas com deficiência, ainda não apresenta soluções concretas.

Enfim, acredita-se que cabe não apenas aos órgãos competentes sanar o problema, mas também ao setor privado e a toda sociedade, visto que é produto de cada ser humano a questão da conscientização e eliminação de barreiras, sejam elas físicas ou atitudinais.



Monografia completa aqui

22 de agosto de 2009

DEFICIÊNCIA FÍSICA E QUALIDADE NOS SERVIÇOS TURÍSTICOS: Uma Proposta de Integração Social como Alternativa de Nicho de Mercado

Enviado por Andréia Rocha - UFRN

O presente artigo trata da inserção do deficiente físico nas relações de consumo turístico e propõe reflexões sobre a urgência de se aprofundar estudos que atentem para essa questão, uma vez que o panorama sócio-econômico da deficiência física no Brasil vem se re-ordenando e fazendo surgir uma classe de consumidores que exigem, cada vez mais, serviços específicos e de qualidade.

No intuito de identificar a percepção do deficiente físico sobre as condições de acesso aos serviços turísticos (públicos e privados) em Natal, optou-se por desenvolver uma pesquisa com cadeirantes domiciliados na cidade e escolhidos ao acaso.

Com isso, pôde-se perceber que a falta de acessibilidade turística das cidades representam o principal entrave que impede ou reprime a inclusão dessa parcela da sociedade ao direito do lazer e do turismo.

Palavras-chave: Deficiente Físico; Qualidade; Serviços; Turismo; Percepção; Natal.

Seguindo os rumos da globalização, o turismo vem se adaptando aos diversos segmentos de mercado para conseguir se enquadrar nas tendências atuais. Novos destinos são idealizados a cada momento de acordo com as necessidades das pessoas, e, a partir desse pressuposto, surgem opções de mercado ainda não exploradas e com uma potencialidade impar de sucesso. Kanni (2004, p.936) conceitua essa situação como “uma “hipersegmentação do mercado”, o que acarreta no incremento da competitividade do setor, tornando a necessidade de diferenciação essencial para a fidelização de seu público alvo”.

Diante dessa questão, não podemos negligenciar a importância de voltar às atenções para um segmento focado nas pessoas com necessidades especiais. Até porque, além de representarem um nicho de mercado promissor, é uma classe da sociedade, que assim como todas as outras, tem o direito de ir e vir sem restrições de barreiras físicas ou de atitude que as impeçam de usufruir do lazer e do turismo.

Artigo completo aqui

16 de fevereiro de 2008

O enoturismo e suas possibilidades aos deficientes visuais em lazer e profissão

Enviada por Isabela Minatel Bassi - FACINTER-PR


Este trabalho tem como objetivo geral Identificar as atividades que o turismo em rotas de produção de vinho ou Enoturismo pode oferecer aos deficientes visuais em lazer e profissão e apresenta, inicialmente, ferramentas que permitirão ao leitor compreender sua proposta revelada ao final. Com a apresentação de conceitos de turista, deficiência, cegueira, enoturismo e com alguns aspectos históricos da atividade turística, do tratamento dispensado pelas sociedades ao indivíduo deficiente e da prática do enoturismo, o alicerce está formado para a principal proposta desta pesquisa: unir cegos e enoturismo fazendo um levantamento das possibilidades de lazer e profissão que surgem desta inusitada junção.


Estrutura e importância da tematização para o turismo.

Enviado por Alinne Faustino - UFRN




O turismo, no final do século XIX, apareceu como primeiro setor da economia mundial, com altas taxas de crescimento tanto em número de turistas como de despesas que estes realizam nos locais visitados. Para manter esse nível de crescimento e desenvolver o turismo de forma efetiva e com qualidade, é imprescindível a realização de constantes pesquisas que nos permitam conhecer além do número de turistas que entraram e saíram de uma determinada localidade, o perfil da demanda; motivos que os levaram a visitar determinado local e grau de satisfação do turista. Para o local ser bem conceituado pelo turista é preciso ter uma boa infraestrutura de equipamentos e serviços oferecidos, bem como estabelecimentos diferenciados dos demais, como é o caso o uso da tematização como uma forma a mais de atração na hospedagem, serviços de alimentação, parques aquáticos entre outros.


Foi escolhido como tema a importância e estrutura dos locais temáticos por apresentar-se como um importante atrativo para o desenvolvimento da atividade turística na cidade do Natal. Essa nova alternativa de entretenimento, busca captar uma maior demanda para os locais que a utilizam, auxiliando assim na dinamização da atividade turística desenvolvida, seja ela de grande, médio ou pequeno porte.


O objetivo do estudo é avaliar a estrutura da dinâmica e a importância dos locais temáticos para o setor turístico em Natal, analisando os motivos pelo qual o empreendimento foi criado com seu determinado tema, os pontos positivos e negativos que a tematização desperta nos freqüentadores do local, observando os motivos da escolha e preferência dos turistas por esses locais.