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18 de maio de 2011

Turismo de lazer em Portalegre-RN: A carência de investimentos turísticos no Terminal Turístico da Bica.


Artigo enviado por Antonio Jaldesmar da Costa - UFRN


O presente artigo visa criar propostas de investimentos no Terminal Turístico da Bica de portalegre – RN, sobre a carência a prática do lazer e o incentivo ao ecoturismo, promovendo de tal forma a integração de um guia turístico no local. 

Como também, a necessidade de aperfeiçoamento da gastronomia oferecida incluindo o treinamento dos funcionários que trabalham nessa área. Dessa forma, introduzirá ao visitante e/ou turista o desejo de usufruir de todos os setores que são oferecidos, fazendo com que o retorno ao local se torne um hábito constante. 

O fato é que o Terminal Turístico da Bica deve estar capacitado para receber todos aqueles que precisam de um tempo fora de sua renumeração de trabalho, sempre dedicada a um momento único e inesquecível. Para isso, o setor deverá contar com uma estrutura que atenda a todos, propondo um ambiente variável e que se torne incluído no roteiro de cada um. 

30 de junho de 2010

O ecoturismo em áreas naturais protegidas: um instrumento para a competitividade

Enviado por Artemísia dos Santos Soares - UFRN


RESUMO
O presente artigo propõe uma reflexão teórico-conceitual sobre a prática do ecoturismo em áreas naturais protegidas para o fomento da competitividade na atividade turística. Nessa perspectiva, coloca-se em relevância a importância de gerar competitividade através das vantagens comparativas existentes no destino. Salientando, para isso, que a sustentabilidade não anula a existência de competitividade e vice-versa. Para tanto, o estudo fundamenta-se em autores que tratam acerca da problemática, visando uma análise reflexiva e argumentativa sob a ótica de diversas disciplinas como geografia, turismo, administração e biologia. Portanto, enfatiza-se o ecoturismo em áreas naturais protegidas como promotor de desenvolvimento em sua totalidade, ou seja, nas dimensões econômica, ambiental, social e cultural. Premissas, estas, que na contemporaneidade se evidenciam fundantes para o alcance da competitividade global. 

PALAVRAS-CHAVE: Ecoturismo; Competitividade; Sustentabilidade.

Artigo Completo - Clique Aqui

26 de novembro de 2009

Brotas: turismo e configuração urbana

Enviado por Amanda Negrão Pimenta - PUC-PR

O turismo é um elemento transformador em diversos setores: culturais, ambientais, econômicos
e sociais. Em municípios turísticos, os impactos dessas transformações têm se revelado principalmente nas áreas urbanas. Entre transformações ocorridas nas cidades brasileiras em decorrência do turismo incluem-se a preocupação com a reforma e adequação de edifícios, áreas urbanas e infra-estrutura dos municípios, a expansão das atividades do setor terciário, que dão suporte às atividades turísticas, a identificação e valorização do patrimônio histórico e a preservação de recursos ambientais.

A recuperação das edificações e o incremento das atividades turísticas e de apoio (restaurantes, comércio, etc.), embora sejam indícios de geração de emprego e renda, também são fatores que impõem rápida mudança às estruturas urbanas, já que os estabelecimentos comerciais de caráter local passam a atender à demanda de consumo e serviços de uma população que permanece por um curto período de tempo na cidade. De qualquer modo, apesar de proporcionar um dinamismo às cidades, o turismo ainda é um setor da economia produtiva pouco compreendido no Brasil. Países europeus, como a Espanha e a França, são capazes de operar com um fluxo turístico muito superior ao nosso, mesmo com recursos Limitados(1).

O fato de o turismo não ser área de prioridade para a maioria dos Estados brasileiros fez com que os órgãos turísticos nunca fossem vistos com o profissionalismo necessário para modificar essa condição, ainda que a situação tenha se alterado nos últimos anos(2). Em 2005 foi criada a Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo. Entre outros objetivos, definiu-se como sua missão “consolidar o Estado de São Paulo como destino e produto turístico, determinando diretrizes para fomentar e desenvolver o turismo sustentável, visando proporcionar a geração de postos de trabalho, a inserção social e a melhoria da qualidade de vida da população”, conforme exposto no sítio oficial da Secretaria(3).

As áreas urbanas são as primeiras a serem atingidas, principalmente as históricas, devido ao valor do patrimônio construído e à atratividade de serviços e consumo especializados. Nesse sentido, é preocupante a condição das cidades que possuem áreas de proteção e produção rural com vocação para destinos turísticos.

Um dos segmentos turísticos que mais cresceram nos últimos anos no Brasil foi o turismo na natureza, ou seja, o ecoturismo e o turismo de aventura. Este último nasce associado a atividades esportivas e depende, para sua realização, da existência de oferta original local (neste caso, dos recursos naturais presentes, em geral, nas áreas rurais). Entretanto, para suprir a demanda total desse turismo, é necessário que a destinação conte com instalações adequadas e equipamentos de suporte às atividades esportivas (meios de hospedagem, agências turísticas, etc.), as quais, pela própria condição operacional e de acessibilidade, se concentram em áreas urbanas próximas.



Artigo completo AQUI

4 de julho de 2008

O que movimenta o turista e o que um turista movimenta?

Enviado por Aristides Faria - RH em Hospitalidade

Quando viajamos, não pensamos em tudo o que está envolvido em nossa viagem. Há uma infinidade de serviços turísticos à nossa disposição no mercado. Em nossa coluna discutiremos sobre o caso dos serviços de ecoturismo. Aqui, iremos apresentar um quadro com os “componentes do Turismo”, segundo a Organização Não-governamental WWF Brasil:



Este texto, na verdade, é parte integrante de uma linha raciocínio que iniciou, obviamente, com o primeiro... e que terá seqüência no seguinte. Então, reflita sobre estas questões. Pense, em sua experiência como turista (e cidadão do mundo!), nos contatos que você já teve com estas “dimensões do turismo”.

Imagine como os locais que você conhece seriam diferentes se não houvessem fluxos turísticos tão massivos. Leia o texto 1 novamente e veja como os impactos seriam menores se fosse dada mais importância à “experiência turística” (inclusive citada no quadro a cima). Assim, comentários no texto seguinte...

Aloha!

Aristides Faria